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A Era de Cristal e a crise vocacional

Sejamos francos…

Você nunca pensou tanto em mudar de atividade profissional, quanto agora, acertamos?Esse, parece ser o sintoma social mais visível destes tempos de transição e está totalmente alinhado com o propósito de crescimento, num nível planetário.

Afinal, para que servirá qualquer tipo de descontentamento na Era de Cristal?

Nos emails que recebemos e através das conversas nos grupos presenciais, notamos que a maioria das pessoas — mesmo aquelas que escolheram suas profissões com e por prazer, porque queriam trabalhar a vida inteira naquilo — está passando por uma crise.

Por outro lado, os poucos que se mantém firmes na escolha, ganham a certeza absoluta de que trilharam o caminho correto: atenderam o chamado desde sempre; pareciam “já saber”!

Conhecemos profissionais muito bem sucedidos que agora, querem voltar a estudar… e mais: trata-se de algo completamente diferente de suas áreas de atuação! Outros, estão às voltas com pesquisas em sites de faculdades, ou desenterram uma habilidade esquecida lá no passado, que não deu frutos nem virou atividade profissional. Aquele hobby ou talento volta a ser foco de atenção e eles estão dispostos a largar o conforto de seus vencimentos em busca do que lhes faz felizes.

Isso não é tão comum, infelizmente. A grande massa de insatisfeitos está com medo e isso é tudo o que não podemos, precisamos, ou devemos sentir.

É claro que há um desconforto e uma angústia nesse processo. Podemos nos dar ao luxo de não saber o que vai acontecer no dia seguinte, ou de não ter dinheiro suficiente para pagar as contas, que sabemos que virão?

Temos nossas dúvidas se essa é a forma correta de abordar a questão.

Esse não é um convite para a irresponsabilidade, porém, precisamos alertá-lo de que tanto o medo, quanto a insatisfação fazem muito mal, em qualquer tempo e principalmente nesse.

Os novos ventos sopram a verdade e nada do que não serve para as nossas vidas se manterá. De uma forma ou de outra, com ou sem a sua interferência direta, o que não lhe faz bem, vai sair de sua vida. É esse o sentimento que você percebe, mesmo que irracionalmente.

Então, que bom que está em dúvida; é maravilhoso que tenha percebido que não quer mais fazer o que faz, profissionalmente, porque tem tempo para planejar o mínimo e para direcionar sua atenção e energia para o que traz felicidade.

Não é tarde para mudar, muito menos para começar. 

Se você não permitir que o medo embote seu pensamento, o fluxo de ideias universais passará diretamente pelo seu coração e o levará à escolha mais adequada e ela só tem relação com felicidade.

Desta forma: pense com o coração e deixe que o cérebro ache uma maneira de colocar as ideias em prática.

Mas, mas, mas… “Mas eu tenho 50 anos e tudo o quero fazer, é dançar…”; “Mas eu sou muito velho para começar uma faculdade de medicina…”; “Mas eu nunca iria entrar no mercado de trabalho com a minha idade…”; “Mas o que eu quero fazer não dá dinheiro”…

Bem, para cada “mas” que você possa achar, há no mínimo, um caso conhecido de sucesso.Concentre-se nisso, pense no macro, imagine que absolutamente tudo o que é realmente importante, não depende de nossa interferência, muito pelo contrário: se tivéssemos que agir, seria um fracasso total.

Para começar, você “acha” que comanda, ao menos o seu corpo… Tomara que não! Desafiamos qualquer um a dar conta de produzir, sincronizada e perfeitamente, as enzimas necessárias para sua digestão, controlar o fluxo sanguíneo e lembrar-se de respirar enquanto adequa a temperatura corporal. E se aumentássemos o desafio para as questões naturais? Como saberíamos o quanto de chuva, vento ou sol deveríamos produzir para o bem estar dos seres do planeta?

Não, não controlamos nada, ainda bem, caro amigo. Mas podemos escolher; isso é nosso, por direito e é tudo o que o Universo espera que façamos.

Assim, vamos nos dedicar a selecionar a atividade, com base no índice de satisfação e deixemos o desenrolar dos fatos sob o controle da Fonte, porque, se realmente optarmos pela felicidade diária, por inteiro e sem reservas, do que precisarmos, poderemos dispor, ainda mais, porquetrabalho, para o Universo, é um presente comum: seu melhor, oferecido ao outro.

Vamos nos dar essa chance?

Seja Luz!

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